Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

A bicicleta é uma importante ferramenta para a humanização das cidades.

Se locomover em duas rodas deixa as pessoas mais sociáveis, já que a velocidade é mais lenta e o contato com pessoas e coisas ao seu redor se torna maior. Enquanto de carro é possível travar as portas, fechar a janela, ligar o ar-condicionado e o som, criando um ambiente isolado, na bicicleta, o vento no rosto refresca, não há a moldura nas paisagens e os sons da cidade são cuidadosamente observados e reconhecidos para a segurança do ciclista. Além disso, a endorfina, conhecida como hormônio do bem-estar produzida durante a atividade física, torna o pedestre ou ciclista mais feliz, portanto, um cidadão melhor. Segurança e saúde Para sair por aí, pedalando, é preciso ter alguns cuidados, a começar pelo modelo da bicicleta escolhido. Deve-se primeiro identificar em qual atividade ela será usada, as medidas do quadro, guidão e banco, de acordo com a altura do usuário. A mais comum, usada para transporte urbano ou em passeios, é o modelo híbrida que garante mais conforto ao ciclista, pois a posição para pedalar é mais ereta, tem boa estabilidade de direção e bom rendimento no asfalto. Já os assessórios básicos necessários são refletores, óculos e capacete. Roupas claras também são recomendadas.

Domingo, 14 de Junho de 2009

Vamos torcer para essa moda pegar...Será interessante para chamar a atenção da imprensa...

Ciclistas pedalam nus para protestar numa das capitais mais bonitas da Europa - Madri... Esse grande passeio de bicicleta faz parte de um evento mundial. Eles protestaram contra os muitos e muitos carros, poluição, motoristas agressivos e ao mesmo tempo neuróticos e as vezes bêbados... Os ciclistas peladões que são contra todo o tipo de poluição e abuso de poder nas várias ruas do país de primeiro mundo chamado Espanha. Um ciclista e uma ciclista raul-soarense como não poderiam faltar de jeito nenhum pedalaram nus por várias ruas durante o protesto mundial. O bonito e inteligente casal estava passeando pelas Europas da vida.
_Se essa moda pegar (e eu não duvido) não vai demorar muito ser organizada no Brasil uma grande manifestação para fazer os mesmos protestos. E eu não vou de novo duvidar que, talvez, até alguns ciclistas raul-soarenses, também, não deixem por menos e façam o mesmo. Em Raul Soares será bastante interessante ver um montão de ciclistas que eu conheço, peladões, inclusive eu: que somados com outros doidões fariamos protestos contra o trânsito cada vez mais caótico.

_ E que essa manifestação não seja no inverno, muito dos meus amigos ciclistas são muito friorentos. Esse tipo de protesto sempre tem muito haver. Mais pacífico e liberal e engraçado é impossível...



As bicicletas também estão presentes nos momentos difícies - e no mais comum - estão presentes em todas as maneiras de amor vale à pena...

O casal, vivido por Cláudia Abreu e Wagner Moura, e seus cinco filhos (!), decidem deixar o interior da Paraíba em busca de um emprego de "mil reais" por mês na Cidade Maravilhosa. Romão (Wagner Moura) é um caminhoneiro analfabeto, desempregado e farto de viver na miséria, que cai na estrada com toda a família com quatro bicicletas (uma bike modelo "Barra Forte", duas Caloi Ceci e uma bicicleta aro 20"). Ofilho mais velho, Antonio, tem 14 anos e o mais novo (Cícero) menos de um ano.
A história - inspirada em fatos reais - se desenvolve ao longo das estradas que cortam cinco Estados brasileiros, até o Rio. Além de retratar as belas paisagens do interior do Brasil, com uma fotografia bem cuidada, o filme revela o lado desconhecido de estradas quase desertas, postos de gasolina, borracharias, oficinas de beira de estrada, capelas no meiodo nada e as pequenas [e pobres] cidades do interior do Brasil.
Ciclistas que sonham em pedalar pelo mundo afora e encontram dificuldades financeiras para colocar o projeto em prática, vão ficar surpresos com a coragem do casal, que às vezes, para garantir o sustento têm que rebolar, literalmente, como fizeram na passagem por Porto Seguro, na BA. Como era de se esperar, os 3.200 km pelas estradas do interior do Nordeste foram demais para uma velha Caloi Ceci e para a pequena aro 20". Problemas mecânicos e pneus furados em lugares bem remotos são uma constante no filme que consegue mesclar personagens de boa índole e generosos com outros de intenções oportunistas, como o empresário Panamá, vivido por Sidney Magal, que oferece um emprego à família retirante bem diferente daquele sonhado por Romão.
— É aqui que é o Rio de Janeiro?, pergunta espantada Rose ao marido ao chegarem em um subúrbio da Baixada Fluminense. Pelo jeito, não era o Rio de Janeiro que a sofrida e cansada retirante conhecia das telenovelas. O "Caminho das Nuvens" pode não ser o melhor road movie já feito em terras tupiniquins, mas para quem curte pedalar, esse filme deve ser visto.

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

_ Tive uma infância feliz, com uma bicicleta e várias primas, das quais fui apaixonado por todas. (Juarez Machado)
J'ai eu une enfance heureuse. j'ai eu très tot une bicyclette et de nombreuses cousines dont je fus amoureux tour à tour.
I had a happy childhood.As the eldest grandson I had a bicycle and many female cousins, with each of whom I was in love.

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Dar umas voltas de bicicleta... Depois (talvez) o medo vai te atrapalhar um pouquinho: mas tomar uns pequenos tombos fazem bem para saúde emocional.

Se você ainda não aprendeu andar de bicicleta não sabe o que está perdendo. Por isso mesmo nunca deixe de aprender a andar de bicicleta nos tempos de menino. Depois (talvez) o medo vai te atrapalhar um pouquinho: mas tomar uns pequenos tombos fazem bem para saúde emocional.
Dizem que na vida não aprendemos é com os tombos.
Um dos maiores inventos depois da roda, sem dúvida, foi à bicicleta. Em antiguidade ela antecedeu aos motores a vapor e a explosão, além de ser considerada o “primeiro veículo mecânico” para o transporte individual. De construção bastante simples (duas rodas fixas no mesmo plano) mediante traves cavilhadas – duas para cada roda. Para movimenta-la, seu condutor, sentado sobre o quadro, dava passadas à esquerda e à direita até obter a velocidade desejada para o seu deslocamento. Seu inventor, o Conde francês J.H. De Civrac, em 1791, deu-lhe o nome de “Celerífero” .

Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Por conta do estímulo à prática do ciclismo como lazer

O comércio no ramo de bicicletas começa a crescer, mesmo com o cenário econômico em recessão. A informação é do dono da loja J. Menezes, localizada no beco do mercado, no Aterrado, André Valim. “A campanha é muito positiva para uma economia que está estagnada”, disse Valim.Segundo o comerciante, a venda e o conserto de bicicletas já cresceram 10% após o início do incentivo à prática do esporte.
“As pessoas só não andam mais de bicicleta, porque aqui não tem uma ciclovia (de grandes dimensões)”, disse Valim, ressaltando que a cidade já tem a topografia privilegiada para a prática do esporte. O único problema para Valim, que dificulta o aumento da compra, é o elevado índice de inadimplência, hoje em torno de 30%.De acordo com Reinaldo Deline, gerente da Casa da Bicicleta, que também fica no Beco do Mercado, as pessoas utilizam muito a bicicleta em substituição aos transportes coletivos, visando economizar o dinheiro da passagem.
“As pessoas comentam que, o que você paga de passagem, você paga de prestação da bicicleta”, informou o gerente, ressaltando que a bicicleta hoje é uma necessidade para muitas pessoas. Para Deline, que já trabalha há 15 anos no ramo, o comércio de bicicletas já foi muito melhor, mas pode voltar a crescer se o estímulo continuar. “As pessoas resolvem comprar uma bicicleta às vezes sem perceber que estão fazendo isso por causa da televisão”, raciocinou. “O que dificulta a venda de bicicletas é a falta de uma ciclovia na cidade”, concluiu o gerente.Venda de bicicletas cresce devido a estímulo em novela
Venda e conserto de bicicletas já cresceram 10%...

Terça-feira, 7 de Abril de 2009

Uma bicicleta nova, qualquer um pode comprar, basta ter dinheiro. Para comprar uma bicicleta antiga é necessário ter amizades, conhecimento e outras coisas que o dinheiro não compra. A tua bicicleta nova daqui a dez anos será uma bicicleta velha, a minha continuará a ser uma clássica.
Uma bicicleta antiga não se vende, se transfere o privilégio de possuí-la a um amigo. Quando te perguntam na rua qual é o valor da bicicleta: "Bicicleta antiga não tem preço porque não existe para vender: quem achou uma, tem; quem não tem, fica só olhando". Bicicletas antigas: uma paixão sem limite de idade. Bicicleta antiga é cultura. Bicicleta antiga é como mulher de amigo: você olha, admira, mas não toca. Você não para de andar de bicicleta porque fica velho. Você fica velho porque parou de andar de bicicleta.
A bicicleta antiga exige atenção, disciplina, amor e carinho. Quanto mais antiga, mais ela precisa. A retribuição vem naturalmente. Possuir uma bicicleta antiga, realiza no presente um sonho do passado. A beleza da bicicleta antiga, é a história que nela está inserida. As pessoas costumam confundir o velho com o antigo. O primeiro não exige nenhum esforço para obtê-lo , apenas devemos deixar o tempo agir de forma predominante e covarde. O segundo exige de nós o máximo de carinho , respeito e amor, tornando-o tão único e especial, que podemos chamá-lo de clássico.
Eles tem adrenalina no sangue, nós temos ferrugem. O tempo fez a seleção natural das bicicletas que passaram pela história e das que fizeram história. As clássicas sobreviveram ao tempo e aos avanços do mundo moderno: obras de arte são assim!